Em 2006, um pouco antes de sua aquisição pela Google, eu descobri a Writely. Era uma empresa que fazia um processador de textos on-line. Gostei muito do site e de como funcionava e comecei a usar, sem a pretensão de substituir o processador de textos convencional, mas para tirar proveito das vantagens intrísicas ao modelo on-line.
Ná época, escrevia um livro para uma empresa australiana e precisava sincronizar o trabalho com meu editor que ficava do outro lado do mundo. Claro que poderia enviar documentos por email, mas é muito mais interessante quando outras pessoas podem ler o que você está escrevendo, enquanto você está escrevendo. Isso dá outro sentido à idéia de colaboração.
Fui lembrado disso hoje, ao rever um texto junto com um amigo. Escrevi o texto todo no GoogleDocs, versão atual do Writely, e antes de sair de casa enviei o convite para que compartilhasse o documento comigo. Quando tornei a falar com ele ja tinha visto o documento e preparado todo um conjunto de comentários e revisões para mim. O processo poderia ser mais interativo, estivessemos on-line ao mesmo tempo, mas não pode-se negar que é conveniente.
Saí apenas com meu netbook e nem preocupei-me em passar o documento para ele. Quando parei em um lugar e pude ligar o computador bastou acessar o site do GoogleDocs para poder rever o texto.
A quem ainda não experimentou, eu recomendo. Não trocaria um processador de textos local pela versão do Google, mas certamente tem sua utilidade.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
GoogleDocs, pode não ser o Office, mas tem sua utilidade...
Autor:
Mauricio Longo
Tags:
Trabalho nômade,
Vida Digital
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